De acordo. A questão, porém, não será assim tão simples. Ainda que se reconheça que "as duas posições são perfeitamente compatíveis", em todo o caso é igualmente preciso avaliar se os ganhos potenciais justificam a guerra que terá de ser travada com a Alemanha e a França, entre outros, para o conseguir. Dito de outra maneira, assumindo uma rota de colisão com a Alemanha e partindo do pressuposto de que Portugal poderá ter êxito, um pressuposto incerto, conseguirá o Governo uma vitória que não seja de Pirro?
Não sei, não tenho informação que me permita avaliar os prós e os contras, mas é evidente que existem riscos. Muito provavelmente, à boa maneira europeia, será cozinhada uma solução que permita a todos salvar a face. Altura, portanto, para o trabalho de bastidores. Tarefa que, como se sabe, não parece ter sido feita em tempo oportuno e de modo a evitar dissabores públicos.
José Ortega y Gasset: "Yo soy yo y mi circunstancia". Liberdade e destino. A vida é isto, o que não é pouco.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
A classe média alemã tem de salvar o Euro
"If a financial curtain imposed by creditors descends on Europe, Germans will pay a high price of political and historical opprobrium. To sustain the euro, Germany has to help correct today’s destabilising imbalances by accepting a decline in its external surplus, which currently undermines the ability of others to generate the demand needed to sustain their economies. Indeed with a diminished surplus, the transfer union that so many Germans oppose would be unnecessary. But if Germany continues to run big external surpluses, a transfer union will become indispensable. Only then can Germany ensure its customers can finance the purchase of its goods. These manifold implications of a failed euro make it clear that the real issue for Germany today is not about bailing out the rest, but about saving itself before it is too late. Recent policy moves suggest that Angela Merkel may realise this. Getting Germany’s middle class to do so is one of the biggest challenges facing the chancellor as she heads towards federal elections next September."
Nicolas Berggruen e Nathan Gardels, "German middle class must save the euro" (Financial Times).
Nicolas Berggruen e Nathan Gardels, "German middle class must save the euro" (Financial Times).
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Termómetro [13]
1. "E se Medina Carreira processar o estado?". 2. "São Tomé: Gabriel Costa é o novo Primeiro-Ministro". 3. "Governo apresenta proposta de lei para atribuição de subsídio de desemprego aos empresários". 4. "Passos Coelho: "Se Portugal cumprir as metas poderá recuperar a credibilidade"".
1. "Jorge Miranda reitera que PR deve enviar OE para o Tribunal Constitucional". 2. "Fitch diz que Portugal tem o oitavo pior rating do mundo".
1. "Jorge Miranda reitera que PR deve enviar OE para o Tribunal Constitucional". 2. "Fitch diz que Portugal tem o oitavo pior rating do mundo".
Cargos políticos
António José Seguro lembrou ontem que vai ser apresentada pelo Governo, na Assembleia da República, uma proposta legislativa que prevê "a criação de 90 cargos políticos nas comunidades intermunicipais, com salários superiores a 3.000 euros". Marcelo Rebelo de Sousa, na mesma linha, no seu espaço de comentário na TVI, arredondaria para 100 cargos políticos.
Onde é que Seguro e Rebelo de Sousa foram buscar estes números?
O Governo, como sempre acontece, peca por omissão, mesmo quando está a fazer algo positivo. Ainda ontem, ou hoje, já alguém deveria ter esclarecido a opinião pública. Explicações tão simples como isto. Primeira: As Comunidades Intermunicipais (CIM) vão diminuir no seu número total. O seu número não diminui muito, é certo, mas em todo o caso a tendência vai nesse sentido. Isto dito, em circunstância alguma estaremos a falar em criar 90 novos cargos. Em bom rigor, parte já existe (mas não eram remunerados) e uma parte poderá ser criada, mas no máximo estaremos a falar, por hipótese, de 40 novos cargos.
Segunda explicação: Seguro destaca as remunerações, mas se o problema é o custo, nesse caso importa frisar que se esquece de referir as poupanças. Ora, estamos a falar, em paralelo, da extinção de centenas de cargos de apoio político (adjuntos e secretários de presidentes e vereadores) nas câmaras municipais e da extinção de todos os membros das assembleias intermunicipais, i.e. cerca de 1500 elementos.
Ou seja, entre o deve e o haver, entre os cargos criados e os extintos, o Governo poupará anualmente uns largos milhões de euros.
Existe algum motivo razoável para que o líder do PS não queira poupar uns largos milhões de euros, ele que parece estar tão preocupado com os salários dos secretários-executivos das CIM?
Last but not the least, porque não explica, de imediato, o Governo tudo isto?
Onde é que Seguro e Rebelo de Sousa foram buscar estes números?
O Governo, como sempre acontece, peca por omissão, mesmo quando está a fazer algo positivo. Ainda ontem, ou hoje, já alguém deveria ter esclarecido a opinião pública. Explicações tão simples como isto. Primeira: As Comunidades Intermunicipais (CIM) vão diminuir no seu número total. O seu número não diminui muito, é certo, mas em todo o caso a tendência vai nesse sentido. Isto dito, em circunstância alguma estaremos a falar em criar 90 novos cargos. Em bom rigor, parte já existe (mas não eram remunerados) e uma parte poderá ser criada, mas no máximo estaremos a falar, por hipótese, de 40 novos cargos.
Segunda explicação: Seguro destaca as remunerações, mas se o problema é o custo, nesse caso importa frisar que se esquece de referir as poupanças. Ora, estamos a falar, em paralelo, da extinção de centenas de cargos de apoio político (adjuntos e secretários de presidentes e vereadores) nas câmaras municipais e da extinção de todos os membros das assembleias intermunicipais, i.e. cerca de 1500 elementos.
Ou seja, entre o deve e o haver, entre os cargos criados e os extintos, o Governo poupará anualmente uns largos milhões de euros.
Existe algum motivo razoável para que o líder do PS não queira poupar uns largos milhões de euros, ele que parece estar tão preocupado com os salários dos secretários-executivos das CIM?
Last but not the least, porque não explica, de imediato, o Governo tudo isto?
Quem será o novo SRSG para a Guiné-Bissau?
Aparentemente, o representante especial do secretário-geral da ONU para a Guiné-Bissau, Joseph Mutaboba, já não regressará a Bissau. Quem será o seu sucessor?
Ainda não se sabe, mas há um candidato, com apoios importantes, originário de um país de língua portuguesa. Começa a ser, aliás, um segredo público.
[Adenda]
Até parece combinado. Mas, como dizia, nesta fase é um segredo público. Um segredo público que a comunicação social portuguesa desconhece.
Ainda não se sabe, mas há um candidato, com apoios importantes, originário de um país de língua portuguesa. Começa a ser, aliás, um segredo público.
[Adenda]
Até parece combinado. Mas, como dizia, nesta fase é um segredo público. Um segredo público que a comunicação social portuguesa desconhece.
O novo conceito estratégico de defesa nacional
Confesso que aguardo com curiosidade -- e apreensão -- pela divulgação do novo conceito estratégico de defesa nacional. Estamos a falar de defesa nacional e não de outro conceito. Por isso, tendo por base a notícia, de duas uma. Ou a definição de defesa nacional utilizada é de uma amplitude extraordinária, mas eventualmente justificável, ou então há uma desfocagem e uma distorção que diminui muito a utilidade deste exercício de reflexão. A não ser, claro, que a notícia possa estar a induzir o leitor em erro. Enfim, nada como aguardar pela publicação do documento final para tirar todas as dúvidas.
Portugal, os EUA e as Lajes: Quais as soluções?
Este artigo de Victor Ângelo (Visão, 6.12.2012: 76), no âmbito do pouco que tenho lido sobre o assunto na comunicação social portuguesa, provavelmente é o texto que melhor explica como se chegou à actual situação no que se refere à base das Lajes. (Clicar na imagem para ler.) Infelizmente, como acontece na esmagadora maioria dos casos, comentadores e analistas explicam com razoável sucesso os motivos porque chegámos a uma determinada situação -- comentadores e analistas que, note-se, não nos alertaram em devido tempo para o problema que agora consideram que era óbvio e evidente -- mas pecam sempre por omissão quanto ao resto. Dito de outra maneira, ficamos com uma compreensão razoável sobre o problema, mas completamente no escuro quanto às soluções.
Acontece que não vale a pena chorar sobre o leite derramado. A desvalorização estratégica das Lajes é um facto. O que importa agora é tentar perceber como se pode dar a volta à situação, assumindo que isso é possível. Ora, Victor Ângelo não apresenta uma proposta, uma sugestão, sobre como, no seu entender, o Governo -- este ou outro -- deveria actuar para voltar a valorizar a base das Lajes.
Victor Ângelo não é um caso isolado, muito pelo contrário. Nessa medida, o comentário que aqui faço vai muito para além do seu artigo que, repito, vale a pena ler.
Será assim tão difícil focar o passado e os problemas, mas ao mesmo tempo tentar olhar para o futuro e para as eventuais soluções?
Como leitor e cidadão é isso que valorizo e parece-me que esse é o grande valor de um analista. Uma leitura correcta do passado e do presente, mas também -- e sobretudo? -- a capacidade de fornecer pistas sobre o futuro. Dito de outra maneira, uma identificação equilibrada do problema e ao mesmo tempo a capacidade de avançar com algumas pistas ou cenários relativos a eventuais soluções.
Bem sei que isto dá trabalho, muito trabalho, que obriga a correr riscos e a abandonar a zona de conforto. Mas é isso que faz a diferença.
Regresso ao início: de forma pragmática e realista, o que é que poderemos e deveremos fazer de modo a revalorizar aos olhos dos EUA a base das Lajes?
A base das Lajes é apenas uma pequena peça de um puzzle maior e que envolve, entre outras matérias, a relevância das relações transatlânticas, o futuro da NATO e a relação dos EUA com Portugal e Espanha. Mas, repito, não façamos o percurso apenas até ao meio da ponte. É altura de começar a pensar nos problemas, mas também nas soluções. Olhar para o passado e para o presente, mas também para o futuro.
Mais um inquérito
Em Outubro, como o leitor se recorda, o Expresso revelou que existiam escutas de uma conversa em que participava o Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho. Na segunda-feira seguinte, a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, abriu de imediato um inquérito "tendo em vista a investigação do crime de violação do segredo de justiça" no caso Monte Branco.
Ora, na sequência das recentes notícias envolvendo Medina Carreira, e porque uma vez mais está em causa a violação do segredo de justiça, esta segunda-feira não espero outra atitude da PGR que não seja a abertura de mais um inquérito. Como Joana Marques Vidal se encarregará de demonstrar, ainda que substantivamente a eficácia do exercício seja nula, de um ponto de vista formal em Portugal não há violações do segredo de justiça de primeira e de segunda categoria.
Ora, na sequência das recentes notícias envolvendo Medina Carreira, e porque uma vez mais está em causa a violação do segredo de justiça, esta segunda-feira não espero outra atitude da PGR que não seja a abertura de mais um inquérito. Como Joana Marques Vidal se encarregará de demonstrar, ainda que substantivamente a eficácia do exercício seja nula, de um ponto de vista formal em Portugal não há violações do segredo de justiça de primeira e de segunda categoria.
domingo, 9 de dezembro de 2012
A forma e o conteúdo
Apesar de uma ou outra discordância pontual, aqui está uma boa reflexão de David Dinis (Sol, 7.12.2012: 14). Clicar na imagem para ler.
A mãe de todas as batalhas
Marcelo Rebelo de Sousa está convencido que as eleições autárquicas de 2013 vão ser as mais complicadas de sempre para o PSD. De facto, tudo indica que sim. Pedro Passos Coelho sabe isso provavelmente desde o dia em que tomou posse como Primeiro-Ministro, porventura até antes. Aliás, o Primeiro-Ministro sabe mais do que isso. Sabe, por exemplo, que as eleições para o Parlamento Europeu em 2014 também serão muito difíceis para o PSD. Não há qualquer novidade neste prognóstico.
A dificuldade em que estarão envolvidas as eleições legislativas em 2015 é a grande incógnita. Terá o PSD alguma hipótese de as ganhar?
Julgo que Passos Coelho esperava inicialmente que o momento de viragem no ajustamento ocorresse em 2013, algo que neste momento já se sabe que não ocorrerá. A esperança é que a inversão no ciclo ocorra algures em 2014. Virá a tempo de salvar ainda as hipóteses de vitória para o PSD?
Ninguém sabe. Nada está ainda decidido e, em larga medida, tudo depende do Governo.
A dificuldade em que estarão envolvidas as eleições legislativas em 2015 é a grande incógnita. Terá o PSD alguma hipótese de as ganhar?
Julgo que Passos Coelho esperava inicialmente que o momento de viragem no ajustamento ocorresse em 2013, algo que neste momento já se sabe que não ocorrerá. A esperança é que a inversão no ciclo ocorra algures em 2014. Virá a tempo de salvar ainda as hipóteses de vitória para o PSD?
Ninguém sabe. Nada está ainda decidido e, em larga medida, tudo depende do Governo.
O que vale Gaspar, afinal?
Como se sabe, Vítor Gaspar falhou em toda a linha nos dados orçamentais que apresentou para 2012. Tudo indica que também irá falhar em 2013. Altamente impopular junto da opinião pública portuguesa, o ministro das Finanças tem sido também um factor de divisão no âmbito do Governo. Acontece que Vítor Gaspar tinha uma mais valia que compensava tudo isso, i.e. a sua influência e o seu prestígio no tabuleiro europeu. Eis que, subitamente, constatamos que o rei vai nu e que a sua influência e o seu prestígio, afinal, valem muito pouco. Assim sendo, esta semana ficará na história como aquela em que o ministro das Finanças passou da condição de imprescindível a remodelável.
Uma dúvida
Alguém me sabe dizer quem é (ainda) a presidente da FLAD? Nos últimos anos tenho testemunhado diversos contributos na comunicação social de uma ex-ministra da Educação, mas raramente tenho encontrado nos media qualquer intervenção da presidente da FLAD. O problema deve ser meu.
Eleições autárquicas de 2013
Ao ritmo de um conta-gotas, vão sendo conhecidos os nomes dos candidatos às eleições autárquicas no próximo ano. Não sei quem serão os candidatos que o PS e o PSD vão apresentar em Setúbal, a cidade que directamente me interessa. Isto dito, o PSD não tem a mais pequena hipótese de ganhar as eleições em Setúbal. Se não o conseguiu no passado em contextos mais fáceis, não será agora que o conseguirá numa conjuntura muito mais adversa. A única dúvida é se o PS apresentará uma candidatura com capacidade para derrotar o PCP, partido que actualmente detém a presidência da Câmara Municipal de Setúbal (CMS), e se o PSD, formal ou informalmente, estará disponível para contribuir para essa batalha. De certo modo, pouco importa o que fará o PSD, na medida em que os partidos não são proprietários dos votos dos seus militantes e simpatizantes. No meu caso, por exemplo, a minha predisposição vai no sentido de votar no PS. Refira-se, no entanto, que o sentido do meu voto não terá qualquer tipo de leitura que não seja de natureza local. Será um voto útil, de modo a desalojar o PCP da CMS. Mas, claro, tudo dependerá do PS. Se o PS apresentar um candidato sem currículo, ou se quiser fazer leituras nacionais abusivas dos resultados das eleições autárquicas, nesse caso terei de repensar a minha intenção de voto. Veremos.
sábado, 8 de dezembro de 2012
No melhor pano cai a nódoa
Estando em termos gerais de acordo com o que escreve Filipe Santos Costa (FSC), infelizmente a fotografia que acompanha o post é desnecessariamente insultuosa. Aposto que ele não colocaria uma fotografia semelhante para acompanhar uma crítica que fizesse a Paulo Portas, assumindo que mais tarde ou mais cedo fará uma crítica a Paulo Portas no blogue, ao mesmo tempo que acompanha o CDS e escreve sobre o partido no Expresso.
Não sei se FSC lê o meu blogue e, no fundo, isso pouco interessa. Mas ao leitor esclareço que não há no que aqui escrevo qualquer má-fé ou má vontade em relação a FSC, antes pelo contrário. Trata-se de um jornalista cujos artigos leio há muito tempo e que me merece todo o respeito. O facto de valorizar o seu trabalho levou-me, aliás, a comprar em 2006 o seu livro sobre a campanha presidencial de Mário Soares. Um bom livro, refira-se.
Isto dito, e regressando ao início, a fotografia é profundamente infeliz e, na minha modesta opinião, faltou um pouco de bom senso. Acontece.
Não sei se FSC lê o meu blogue e, no fundo, isso pouco interessa. Mas ao leitor esclareço que não há no que aqui escrevo qualquer má-fé ou má vontade em relação a FSC, antes pelo contrário. Trata-se de um jornalista cujos artigos leio há muito tempo e que me merece todo o respeito. O facto de valorizar o seu trabalho levou-me, aliás, a comprar em 2006 o seu livro sobre a campanha presidencial de Mário Soares. Um bom livro, refira-se.
Isto dito, e regressando ao início, a fotografia é profundamente infeliz e, na minha modesta opinião, faltou um pouco de bom senso. Acontece.
Santa paciência
"Há, pois, uma clara clivagem entre Belém e São Bento quanto aos caminhos a seguir para combater a crise. E como o Governo não vai mudar, a pergunta que se coloca é: e agora, sr. Presidente? Falou apenas ou pensa agir?" (Expresso/Economia, 8.12.2012: 3).
Nicolau Santos, desta vez, poupou-nos ao número do menino que Vítor Gaspar não conhece. Mas a sua parcialidade e o registo militante contra o Governo é indisfarçável. O trecho que citei é apenas mais um exemplo. O último. Isto dito, o que é que o director-adjunto do Expresso quer que o Presidente faça? O que é que propõe? O Presidente deve demitir o Governo? Apenas porque discorda dele? Com base em que mandato popular ou em que poderes constitucionais? Se não quer que demita o Governo, quer o quê? O Presidente deve agir como? Fazendo de Belém uma fonte de guerrilha contra o Governo?
É fácil escrever uma coluna a mandar umas bocas. Mais difícil é escrever algo que tenha o mínimo de utilidade e que, mesmo num estilo comprometido, forneça pistas de leitura ou de acção. Nessa batalha Nicolau Santos prima pela falta de comparência.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Coscuvelhice
Para além da irreprimível vontade de espreitar pelo buraco da fechadura, o que explica esta notícia? Bisbilhotice, pura e dura, alimentada por uma imprensa que não tem nada de mais útil para fazer?
Pinto Monteiro não pagou os seus impostos? O valor não está de acordo com os seus descontos? Cometeu alguma ilegalidade para receber o montante em causa? Se não cometeu, o assunto é notícia à luz de que critério?
Mistérios do Triângulo das Bermudas [2]
Curioso. Há mais notícias sobre os desentendimentos e as divergências entre PSD e CDS, parceiros de coligação, do que entre CDS e PS, um no Governo e outro na oposição. Entre CDS e PS parece existir uma espécie de pacto de não agressão. Será o resultado prático de almoços de natureza estratégica?
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