sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Quotidiano


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Guiné-Bissau: Fernando Vaz

Fernando Vaz é um artista... Desde o golpe de Estado de Abril de 2012 que tem sido o mais feroz crítico das posições assumidas pelo Governo português, por vezes até num estilo grosseiro. "A TAP tem também culpas neste processo", insiste. Evidentemente. Perante a ameaça proferida por um ministro -- repito, um ministro -- de que o avião ficaria retido em Bissau, a resposta razoável, está mesmo a ver-se, era aceitar a retenção do aparelho no local, com o transtorno que isso causaria à empresa e aos passageiros. Isto cabe na cabeça de alguém?
Um "incidente comercial", diz ele. Pois claro. Um incidente comercial com o envolvimento directo, nessa qualidade, de um ministro. Como é que alguém poderia pensar, ou caracterizar, o assunto como um incidente diplomático, ainda que um ministro tenha exigido o embarque?
Um artista, este Fernando Vaz...

Quotidiano


Zapping blogosférico

[1] Vítor Cunha e [2] Filipe Nunes Vicente.

Universo paralelo

Conto de Natal do primeiro-ministro. Presidente que agiu mal. O PS é o único soldado a marchar com o passo certo.

Um pessimismo militante

Há sempre uma razão para desvalorizar as boas notícias. Por um lado foi a forma como se conseguiu aqui chegar, por outro o que ainda falta fazer. Tudo serve para desvalorizar as boas notícias. É óbvio que as boas notícias devem ser recebidas com cautela e com moderação, mas teria sido preferível não as receber?

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Guiné-Bissau: de mal a pior

Está canalha acha que somos todos parvos. Este relatório, como era de temer, é uma farsa. Não há um pedido de desculpas, para começar. Depois, tenta co-responsabilizar a TAP. Por último, o ministro, coitadinho, apenas fez o que fez por "motivos de segurança interna" que não se sabe quais são. Mas fica por esclarecer, se se tratava de um problema de segurança interna para a Guiné-Bissau, ao abrigo de que tipo de relação entre Estados amigos é que Bissau passa a bola para Lisboa. No fundo, no fundo, o ministro até foi um patriota e a culpa foi toda da TAP. Esta canalha não presta.

Quotidiano


Como diria Albarran...

...é o horror, o drama, a emoção. Se não lavar os dentes de imediato, caro leitor, o mundo acaba nos próximos 30 segundos.

Zapping blogosférico

[1] Diogo Vaz Pinto e [2] João Pinto Bastos.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Zapping blogosférico

[1] Vital Moreira e [2] Gabriel Silva.

Allez, allez, Sporting allez [17]

Não gosto de falar das arbitragens, em larga medida porque não gosto de explicar os resultados menos conseguidos com base na arbitragem. Desta vez, porém, explicar o empate frente ao Nacional dizendo que a equipa do Sporting fez uma exibição menos conseguida seria uma descrição insuficiente e errada do que se passou em Alvalade. Aquilo que se passou é que assisti a um jogo com uma arbitragem miserável que do princípio ao fim prejudicou a equipa do Sporting. Um nojo. Certo, a exibição da equipa do Sporting não foi uma das melhores. Mas desta vez, ao contrário de jogos anteriores, jogou-se uma partida inteira contra 11+3. Uma arbitragem habilidosa e manhosa, com evidente dualidade de critérios. Repito, um nojo.
Confirma-se, portanto, que a nossa equipa é uma ameaça que está a ser levada muito a sério. Vimos dois pontos irem para o maneta, mas o grupo sai deste jogo mais forte. A partir deste jogo sabemos que vale tudo e que teremos de lutar contra ventos e marés. Nada que não se resolva com redobrada determinação. Mais do que nunca, os sportinguistas estão com a sua equipa. Allez, allez, Sporting allez.
Foto: Álvaro Isidoro (Global Imagens via DN).

sábado, 21 de dezembro de 2013

Os criaditos

No seu artigo de hoje no Público, José Pacheco Pereira nem tenta disfarçar a sua profunda irritação com António José Seguro. A situação não deixa de ser caricata. Temos, então, um militante do PSD que está profundamente insatisfeito com a oposição -- branda, na sua opinião -- do PS ao Governo do seu partido. A linguagem de Pacheco Pereira neste artigo ultrapassa, aliás, a normal cordialidade que deve existir no combate político. Quase histérico, provavelmente próximo de lhe faltar o ar, o traído Pacheco Pereira -- ele que depositava tanta esperança num registo radical da parte do PS -- entende que "Seguro e os seus criaditos diligentes estão ali para servirem as refeições aos que mandam". Espantoso. BE e PCP correm o risco de ser ultrapassados pela esquerda, por surpreendente que possa parecer. No fundo, no mundinho particular de Pacheco Pereira, os políticos são todos uma merda aproveitando-se apenas os happy few da sua facção (e respectivos criaditos). Só ele sabe o que é a Verdade -- com V maiúsculo -- e qual é o lado Certo. Bem sei, a intolerância e o radicalismo nunca foram um espectáculo bonito de se ver.

O problema orçamental

Justiça lhe seja feita. Se há alguém que, de forma repetida e insistente, tem chamado a atenção para a importância do equilíbrio orçamental, em parte devido à evolução da conjuntura europeia, essa pessoa tem sido Luís Amado. Assunto, aliás, que lhe valeu alguns choques políticos com José Sócrates quando ainda era o seu ministro dos Negócios Estrangeiros.
No artigo desta semana publicado na Visão, Luís Amado uma vez mais assume uma posição de alguma distância em relação ao PS nesta questão. Quem ainda não percebeu exactamente do que estamos a falar e das suas implicações -- já agora, estas afirmações de Subir Lall não surgem por mero acaso -- aconselha-se que leia o seu artigo na íntegra.

O problema

De forma mais sucinta e menos elaborada, escrevi aqui no mesmo sentido. De certa forma, Rui Rio é um mito que beneficiou ao longo dos últimos anos de uma certa imunidade, em parte porque ninguém lhe prestou muita atenção fora do seu contexto regional. O escrutínio será diferente a partir de agora. Veremos se o mito resiste, ou se se desmorona.


Zapping blogosférico

[1] João Pinto Bastos, [2] Pedro Rolo Duarte e [3] Pedro Correia.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Não é um drama

Claro que não. Como aqui referi.

Corram-nos à paulada

Se as eleições fossem hoje, apesar das minhas inúmeras e constantes críticas ao Governo, (ainda) faria parte dos 26.5% que votariam no PSD. Não sou um soldado disciplinado, como Pires de Lima, mas sou um soldado fiel, apesar das inúmeras decepções e frustrações que aqui e ali se vão acumulando.